Conae cobrará cumprimento do PNEhttp://www.seduc.mt.gov.br/Paginas/Conae-cobrará-cumprimento-do-PNE.aspxConae cobrará cumprimento do PNE<img alt="" src="/Galeria%20de%20Fotos/conae.jpg" style="BORDER:0px solid;" /><p>​​</p><div>Após adiamento, entidades buscarão, por meio da Conferência Nacional de Educação (Conae), que começa hoje (19) em Brasília, garantir o cumprimento do Plano Nacional de Educação (PNE). A etapa nacional reunirá cerca de 4 mil pessoas. O tema central dos debates é O Plano Nacional de Educação (PNE) na Articulação do Sistema Nacional de Educação: Participação Popular, Cooperação Federativa e Regime de Colaboração.</div><div><br></div><div>A Conae se estenderá até domingo (23). O documento-base a ser discutido teve origem em emendas apresentadas durante as conferências estaduais e distrital. Aprovadas, as emendas foram sistematizadas por uma comissão especial do Fórum Nacional de Educação. Participam educadores, pesquisadores, gestores públicos, parlamentares e representantes de organizações e entidades sociais ligadas à área, que debaterão o futuro da educação, da creche à pós-graduação.</div><div><br></div><div>Em fevereiro, data marcada inicialmente, a conferência serviria para pressionar o Legislativo pela aprovação do PNE. Com a lei aprovada, as disputas serão outras. “Uma série de questões que ficaram agendadas no PNE serão debatidas, como a regulamentação de diversos pontos do plano”, sintetiza o coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara.</div><div><br></div><div>O plano, cuja lei foi sancionada em junho, contém 20 metas a serem cumpridas nos próximos dez anos. As metas, que abrangem do ensino básico ao ensino superior, tratam de questões como a ampliação de matrículas, a inclusão de pessoas com deficiência, melhorias na infraestrutura e a valorização dos professores e trabalhadores em educação. Entre elas está a destinação de 10% do Produto Interno Bruto para o setor.</div><div><br></div><div>Segundo Cara, será preciso estruturar a colaboração financeira da União a estados e municípios para assegurar o Custo Aluno-Qualidade inicial (CAQi), que corresponde ao valor suficiente para cumprir os padrões mínimos de qualidade do ensino básico.</div><div><br></div><div>Além disso, até 2016 deverá ser criado o Sistema Nacional de Educação, responsável pela articulação entre os sistemas de ensino, em regime de colaboração, para efetivação das diretrizes, metas e estratégias do PNE. “Isso será feito com uma lei, várias leis, em normas? É uma agenda grande de questões que precisam ser debatidas e às quais a Conae vai dar uma luz. Não determinará o processo, mas dará uma referência do que a sociedade quer”.</div><div><br></div><div>O presidente da Conferência Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Leão, destaca a importância da valorização dos professores e demais trabalhadores em educação, prevista em diversas metas do PNE, que tratam de formação inicial, continuada, da pós-graduação e do aumento salarial. “A gente considera que não existirá educação de qualidade se não tiver profissionais valorizados, profissionais com boa e sólida formação inicial, que tenham uma carreira com perspectiva, com promoção”, diz.</div><div><br></div><div>Segundo ele, são três os pilares que garantirão um salto na qualidade da educação brasileira: a valorização dos profissionais, o financiamento e a gestão democrática. “Com boas condições e boas estruturas, a sociedade poderá também cobrar um bom desempenho dos profissionais”.</div><div><br></div><div>Na educação básica, nos municípios, o vice-presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação, Alessio Costa Lima, explica que o grande desafio colocado é a educação infantil. A educação deverá ser universalizada para os alunos de 4 e 5 anos até 2016 e, em dez anos, 50% daqueles com até 3 anos devem ser atendidos em creches.</div><div><br></div><div>“A educação infantil é muito importante. Embora se queira oferecer esse atendimento, os municípios não têm parque escolar adequado para a demanda”, diz, ressaltando a regulamentação do CAQi como fundamental nesse processo. “A nossa grande luta é buscar qualidade. E uma educação de qualidade pressupões maiores investimentos, não se pode fazer isso melhorando apenas a gestão, o controle a qualificação dos gestores em todos os níveis”.</div><div><br></div><div>Não apenas o setor público estará presente, mas o setor privado. No ensino superior, as instituições particulares detêm mais de 70% das matrículas. “Existem metas no PNE a serem atingidas que a gente considera que, sem a presença maciça do ensino superior, não poderão ser cumpridas, daí a importância do setor privado”, diz a vice-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior, Carmen Silva.</div><div><br></div><div>“Temos grande importância na formação de professores e até mesmo no ensino médio. Não podemos entender a educação com setores isolados, mas deve haver a integração entre níveis, natureza jurídica e modalidade de ensino”, complementa.</div><div><br></div><div>Participando pela primeira vez de uma conferência nacional - esta é a segunda -, a Associação de Pais e Alunos do Distrito Federal (Aspa-DF) pretende levar também os pais para a discussão do que se quer para a educação. “Nós, pais, estamos em débito com nossos alunos. Os pais reclamam e clamam por uma educação de qualidade. Reclamam na escola que filhos não têm aproveitamento, mas há pais que não acompanham os estudos dos filhos, não vão às escolas”, diz o presidente da Aspa-DF, Luís Claudio Megiorin. “Pais precisam ter interesse, precisam estar perto da escola. Precisamos e vamos lutar para que a gestão democrática saia do papel”, defende.</div><div><br></div><div>A primeira edição da Conae foi realizada de 28 de março a 1º de abril de 2010, também em Brasília. Naquela edição, os 2,5 mil delegados discutiram a criação do sistema nacional de educação, além de propor diretrizes e estratégias para a construção do PNE, que em dezembro daquele ano foi concluído e enviado ao Congresso Nacional. A próxima edição da Conae está prevista para 2018.<span style="font-size:13px;">​</span></div>Conae cobrará cumprimento do PNE
Seduc debate políticas públicas no Socieducativohttp://www.seduc.mt.gov.br/Paginas/Seduc-debate-políticas-públicas-no-Sistema-Socioeducativo.aspxSeduc debate políticas públicas no Socieducativo<img alt="" height="200" src="/seduc/PublishingImages/Paginas/Secretaria-de-Estado-de-Educação/IMG-20141119-WA0010.jpg" width="300" style="BORDER:0px solid;" /><p>​</p><p>Educadores e profissionais do sistema socioeducativo estadual estão reunidos para discutir políticas públicas que contemplem os 140 estudantes da instituição. Trata-se do “Seminário reflexões acerca da socioeducação, juventude e direitos humanos” que durante dois dias (18 e 19.11) debateu o tema, no Hotel Palace em Cuiabá. O encontro realizado pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc), também é um dos passos para a construção do Plano Decenal de Atendimento Socioeducativo do Estado de Mato Grosso.</p><p><br>A técnica da Seduc, Kátia Aparecida da Silva Nunes Miranda, técnica responsável pela Educação no Sistema Socioeducativo, ressalta que o Seminário é uma maneira das redes dialogarem a melhoria e fortalecimento do Sistema, e da educação. “A educação é importante para a construção de um novo projeto de vida para os menores. Projetos que visem a reinserção na sociedade e promova a cidadania” diz.</p><p><br>Educadora do socioeducativo em Cáceres, a professora Sandra Correa da Costa diz que a unidade hoje atende em média 15 alunos. Segundo ela, um dos grandes desafios é em relação a infraestrutura das salas de aula no sistema socioeducativo. Outro ponto que precisa ser reforçado, segundo ela, é em relação a formação continuada em rede. Sandra frisa que a educação é um dos fatores que podem mudar a realidade dos adolescentes, fato que vem comprovado no dia a dia dos alunos. “Esse Seminário dará suporte para nós, educadores. Este é um momento de trocar experiências. Além de trabalhar com nossa autoestima. É isso que precisamos”, afirma.</p><p><br>Representante da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos e do Conselho Estadual de Defesa da Criança e do Adolescente, Anna Márcia Cunha, defende que o atual desafio é articular realmente as políticas de atendimento do socioeducativo. “Este seminário visa articular e fortalecer a prática educacional dentro das unidades de internação com foco na humanização. A ideia é atender e garantir a qualidade da educação para reinserção social do jovem infrator”.</p><p><br>O encontro reuniu mais de 100 participantes que formam a rede de garantia de direitos do sistema socioeducativo. A rede é formada por representantes da Seduc, Sejudh, Ministério Público, Defensoria Pública, Juizados e escolas do socioeducativo dos municípios de Cuiabá, Sinop, Barra do Garças, Cáceres e Rondonópolis.<br><br></p>Seduc debate políticas públicas no Socieducativo
Amor Exigente trabalha qualidade de vida na escolahttp://www.seduc.mt.gov.br/Paginas/Amor-Exigente-trabalha-qualidade-de-vida-na-escola.aspxAmor Exigente trabalha qualidade de vida na escola<img alt="" height="200" src="/seduc/PublishingImages/Paginas/Secretaria-de-Estado-de-Educação/imagem.jpg" width="300" style="BORDER:0px solid;" /><p>​</p><span lang="pt-BR"><div>Formação de valores e de comportamentos. Conhecimento sobre prevenção, direitos humanos, defesa, cultura da paz e disciplina. Esses são alguns dos pontos apresentados pelo Programa Qualidade de Vida com Amor Exigente nas Escolas (PQVAE), que a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) em parceria com a Federação de Amor Exigente iniciam em 2015, dentro da política de prevenção à violência. O piloto será na escola Senador Azeredo onde a primeira turma de formadores conclui a terceira etapa de formação. </div> <div> </div> <div>O projeto piloto foi citado durante o Encontro de três dias da Federação Amor Exigente e Seduc, no Hotel Paiaguás, e oportunizou que outros municípios do Estado (Cuiabá, Várzea Grande, Poconé, Vera e Cáceres) revelassem interesse em desenvolver o Programa nas unidades escolares. O PQVAE é um mecanismo de inibição da violência.  </div> <div> </div> <div>Segundo a técnica da Seduc, responsável pela gestão do PQVAE na Seduc, Orozina Cândida de Freitas, o material trabalhado com os estudantes é um fomentador de conceitos e valores básicos e éticos. “O trabalho executado pelos formadores junto com os estudantes seguem os 12 princípios básicos do Amor Exigente e promovem uma análise dos participantes sobre as próprias práticas e condutas, de uma maneira natural, sem ser impositiva”, esclarece.</div> <div> </div> <div>Para a coordenadora do Programa Qualidade de Vida da Seduc, Ana Maria Motta, desde de que foi implantado o grupo de apoio na Secretaria tem sido um sucesso. “A  proposta é  diferenciada do PQVAE por trabalhar com o problema instalado e não com a prevenção, porém seguindo os 12 Princípios. Eles promovem uma organização mental que fortalece o indivíduo a enfrentar o problema e trabalhar com ele”, destacou.</div> <div> </div> <div>Para mais informações sobre o PQVAE nas Escolas basta entrar em contato com a coordenadoria de Qualidade de Vida, pelo telefone (65) 3613-6518</div></span><p><br></p>Amor Exigente trabalha qualidade de vida na escola
Jogos Escolares da Juventudehttp://www.seduc.mt.gov.br/Paginas/Jogos-Escolares-da-Juventude.aspxJogos Escolares da Juventude<img alt="" height="240" src="/PublishingImages/Vitor%20Matos%20(MT)%20ganhou%20a%20medalha%20de%20ouro%20no%20Salto%20Triplo%20Masculino.jpg" width="360" style="BORDER:0px solid;" /><p>​​​​<img src="/PublishingImages/Wander%20RobertoInovafotoCOB4%20(2).jpg" alt="" style="margin:5px;width:470px;" /></p><p>Os jogos ocorreram de 06 a 15 de novembro, na capital da Paraíba, e reuniu mais de 4.000 participantes de todo Brasil.<span style="line-height:1.6;text-align:center;"> </span></p><p style="text-align:justify;">A delegação de Mato Grosso voltou vitoriosa dos Jogos Escolares da Juventude, realizado de 06 a 15 de novembro, em João Pessoa (PB).  A equipe do Estado, composta por 168 atletas, conquistou 14 medalhas, sendo quatro ouros, três pratas e sete bronzes nas modalidades individuais e coletivas.<span style="line-height:1.6;"> </span></p><p style="text-align:justify;">Nas modalidades individuais foram sete medalhas, com destaque para o atletismo que obteve cinco delas. O Estado alcançou dois ouros, um nos 100m e outro no salto triplo. Também conquistou três bronzes no lançamento de dardo, salto em distância e salto triplo. Outros dois bronzes ficaram com o judô e com o vôlei de praia.<span style="line-height:1.6;"> </span></p><p style="text-align:justify;">Mato Grosso também trouxe resultados nas modalidades coletivas. Das oito equipes que disputaram em João Pessoa, sete subiram ao pódio. Foram dois ouros no basquete feminino e handebol masculino. As três medalhas de prata ficaram por conta dos times de futsal feminino e masculino e vôlei masculino. Os dois bronzes foram conquistados pelas equipes de basquete masculino e handebol feminino. Todos os times foram classificados na segunda divisão, com exceção do futsal masculino que concorreu na terceira.</p><p style="text-align:justify;">​A delegação de Mato Grosso foi composta pelos atletas vencedores dos Jogos Escolares Mato-Grossenses, organizados pela Secretaria de Estado de Esportes e Lazer (Seel-MT) e pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc).<span style="line-height:1.6;"> </span></p><p style="text-align:justify;">Os Jogos Escolares da Juventude em João Pessoa reuniram aproximadamente 4.700 pessoas, entre atletas, técnicos e dirigentes dos 26 estados brasileiros, mais o Distrito Federal e uma delegação da cidade sede. As disputas individuais ocorreram no atletismo, ciclismo, ginástica rítmica, judô, luta olímpica, natação, tênis de mesa, vôlei de praia e xadrez. E as coletivas no vôlei, basquete, futsal e handebol.<span style="line-height:1.6;"> </span></p><p style="text-align:justify;">Considerado o maior evento estudantil esportivo do Brasil, os Jogos Escolares da Juventude são organizados e realizados pelo Comitê Olímpico Brasileiro, correalizados pelo Ministério do Esporte e Organizações Globo, com apoio do Governo do Estado da Paraíba, da Prefeitura de João Pessoa e patrocínio máster da Coca-Cola.</p><p style="text-align:justify;"> </p><h1>Confira abaixo o resultado de Mato Grosso</h1><p><strong></strong></p><p><strong>Atletismo</strong></p><p>1º Lugar: Isabela Macedo Silva – 100 metros - Escola Estadual Edeli Mantovani - Sinop</p><p></p><p>1º Lugar: Vitor Matos Centeno - salto triplo – Escola Estadual 14 de Fevereiro - Pontes e Lacerda</p><p>​3º lugar: Fabielle Samira Alves Ferreira - lançamento de dardo - Escola Estadual Eunice Souza Santos – Rondonópolis</p><p>3º Lugar: Anderson Silva Santos - salto em distância – IFMT - Pontes e Lacerda</p><p>3º Lugar: Gyliardson Nascimento Gomes – lançamento de dardo – Escola Estadual Nossa Senhora de Fátima - Araputanga</p><p> </p><p><strong>Judô</strong><span style="line-height:1.6;"> </span></p><p>3º Lugar: Lucas Oliveira – Escola Estadual José Ribeiro - Nova Mutum</p><p><strong>Vôlei de praia</strong></p><p></p><p>3º Lugar: Gustavo Felipe Galvão Barbosa e Ronny Douglas Fonseca dos Reis Gama - Escola Estadual Paulo Freire<span style="line-height:1.6;"> </span></p><p><strong>​Basquete feminino</strong></p><p>1° Lugar / 2ª divisão: Escola Estadual Mário Spineli - Sorriso</p><p><strong>Basquete masculino</strong></p><p>3° Lugar / 2ª divisão - Escola Estadual Mário Spineli - Sorriso</p><p><strong>Handebol masculino</strong></p><p>1° Lugar / 2ª divisão: Escola Estadual 13 De Maio – Sorriso</p><p><strong>Handebol feminino</strong></p><p>3° Lugar / 2ª divisão - Escola Coopercamp - Campo Verde</p><p><strong>Vôlei masculino</strong></p><p>2° Lugar / 2ª divisão - Escola Estadual Paulo Freire - Primavera do Leste</p><p><strong>Futsal feminino</strong></p><p>2° Lugar / 2ª divisão - Instituto Varzea-grandense de Ensino (Ive) - Várzea Grande</p><p><strong>Futsal masculino</strong></p><p>2° Lugar / 3ª divisão - Instituto Cuiabano de Educação - Cuiabá</p><p>Fotos: Comitê Olímpico do Brasil (COB)</p><div><br></div><span></span>​Jogos Escolares da Juventude
BPC Escola busca ampliar atendimentohttp://www.seduc.mt.gov.br/Paginas/BPC-Escola-busca-ampliar-atendimento-.aspxBPC Escola busca ampliar atendimento<img alt="" height="190" src="/PublishingImages/Amor%20Exigente%20025.JPG" width="285" style="BORDER:0px solid;" /><p>Com o objetivo de garantir o direito a educação para todos, o programa BPC Escola atende em Mato Grosso 41 mil beneficiários. Os números, mesmo significativos, devem ser fortalecidos com a ampliação da inclusão. Esse é um dos objetivos do Encontro de Formação Intersetorial do BPC na Escola, que reúne durante dois dias (17 e 18.11), cerca de 200 representantes do programa em 50 municípios do Estado, Secretarias Estaduais parceiras (Saúde, Assistência Social e Educação) e membros dos Ministérios (Educação, Desenvolvimento Social, Saúde e Direitos Humanos), responsáveis pelo programa. </p><p> </p><p>O Programa integra 4 milhões de beneficiários no país, desses 470 mil estão na faixa de escolarização (0 a 18 anos) e integram o BPC Escola. Os número equivalem a 12% do total de beneficiários do BPC. Nos últimos cinco anos (2007 a 2012) o aumento no BPC Escola subiu 40%.  "Em 2007 apenas 20% dos beneficiários estavam no BPC Escola, em 2012 eles são 70%", esclarece o técnico de Seguridade Social do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), Walace Freitas.</p><p> </p><p>A bolsa de uma salário mínimo é garantida às famílias que possuam pessoas com deficiência; tenham renda de até ¼ do salário mínimo. Uma das exigências é o cumprimento do direito à Educação, inserindo na Escola todos os beneficiários na faixa etária de 0 a 18 anos. </p><p>O trabalho de identificação dessas pessoas é feito a partir de um questionário, aplicado pela assistência social e secretarias de saúde do município. "Ele é o principal indicador e fomentador do movimento para inclusão dessas pessoas", garante Walace Freitas.  Conforme ele, com base nas respostas oferecidas por esse documento é que o governo Federal desenvolve as ações de política pública para o atendimento as famílias. "Foi a partir das necessidades apontadas nos questionário anteriores que o programa do transporte escolar foi intensificado", esclarece. </p><p><br></p><p><strong>Vivências</strong></p><p>O enfrentamento para a identificação das pessoas com deficiência e a inclusão delas é um desafio para alguns gestores municipais do Programa. "Ainda temos problemas com as famílias indígenas, por exemplo", cita a gestora municipal de Aripuanã, Silvalane Marques Martins. A primeira barreira, conforme ela, é a cultural. A gestora explica que alguns indígenas não têm o entendimento da importância de matricular as crianças com deficiência, muitas vezes nem mesmo na sociedade deles elas circulam. </p><p>Somado a esses desafios, existem as barreiras geográficas para aquelas que vivem no campo. "Como não temos o posto do INSS para cadastramento dos beneficiários em nosso município, temos que transportá-los para dois municípios onde estão os postos (Colniza e Juína). Mas nem sempre há médicos para realizar a perícia".  </p><p>Cerca de 400 beneficiários do BPC estão matriculados nas escolas públicas e privadas, em Sorriso. Apesar do município administrar o programa plenamente, a gestora no âmbito da Educação, Rosely Alves de Souza, esclarece como município polo, reunindo 24 cidades conhece as dificuldades enfrentadas por muitos beneficiários. "O principal desafio são as distâncias, seguido pela infraestrutura e dificuldade de acesso as informações tanto dos possível beneficiários como também para os próprios gestores, na identificação das famílias", relata. </p><span style="line-height:1.6;"> </span>BPC Escola busca ampliar atendimento
Feira traz práticas desenvolvidas nos laboratórioshttp://www.seduc.mt.gov.br/Paginas/Feira-revela-experimentos-desenvolvidos-nos-labora.aspxFeira traz práticas desenvolvidas nos laboratórios<img alt="" height="242" src="/PublishingImages/fc71c1cbe0ac69788399556199f32d61.jpg" width="370" style="BORDER:0px solid;" /><div>​​​<img src="/PublishingImages/853e94f688b44cfffd4cb7bb8c7681dc.jpg" alt="" style="margin:5px;width:470px;" /> </div><div>Experimentos científicos que apresentam solução para práticas do cotidiano, desenvolvidos nas escolas, agora estão em exposição para toda a população na I Feira de Ciência na Escola (FCE), realizada pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc) em parceria com a Unemat e UFMT. A Mostra iniciada ontem , segunda-feira (17.11), vai  o dia 19,  no Hotel Fazenda Mato Grosso, em Cuiabá. Ao todo, 65 experimentos elaborados por estudantes das escolas estaduais estão em exposição. Trabalhos como o do estudante Luis Henrique de Carvalho, da Escola Estadual José Alves Bezerra, de Porto dos Gaúchos, que apresenta a proposta de sustentabilidade no campo. Com o título “ Compostagem Planejamento Ideal”, Carvalho apresenta técnicas de recuperação do solo que podem trazer avanços na produção agrícola.<br></div><div><br></div><div>A pesquisa de Carvalho mostra que por meio da compostagem pode se reparar o solo deficiente em minerais tornando-o ideal para a plantação.  Mais do que adubá-lo, o experimento apresenta compostagens específicas para cada tipo de carência orgânica. A base do trabalho são alimentos descartados no lixo.“Com estudo do solo posso verificar qual nutriente está em falta para o cultivo de determinada planta. Escolho as matérias adequadas para a compostagem e adequo a necessidade do solo. O que iria para o lixo vem em retorno para o meio ambiente”, diz.</div><div><br></div><div><img class="ms-rtePosition-2" src="/PublishingImages/0b44117cc02f3ffdab40adf6ed401c19.jpg" alt="" style="margin:5px;width:245px;height:164px;" />Um “Robô espião” é outra das criações expostas na Feira. O equipamento tem como finalidade o uso em operações táticas. Criado pelos estudantes da Escola Estadual Alexandre Quirino de Souza, Porto Alegre do Norte, o robô tem a finalidade de garantir a segurança de operações investigativas. Eles explicam a utilização do experimento.  “Quando um bombeiro, por exemplo, está em atuação ele pode acionar o robô (um carrinho parecido com de controle remoto) que vistoria o local antes da invasão”, relata Willyan Arruda. Preparado para ser utilizado em locais escuros e com transmissão em tempo real, o projeto é sustentável e as pilhas carregadas com energia solar.</div><div><br></div><div>Experiências como essas vem tornando o ambiente escolar mais atrativos segundo a professora Fernanda Peres, da Escola Estadual Nilza de Oliveira Pipino, em Sinop. Um destas práticas “A cidade célula” foi apresentada pela professora e aluna responsável. Com a proposta de tornar o conhecimento em biologia mais interessante, os alunos projetaram o estudo de uma célula baseado no funcionamento da cidade montando uma maquete. A prefeitura representa o núcleo da célula; o ribossomo que produz a proteína é representado pelo açougue. Para professora, a proposta modifica a prática de decorar nomes e torna o aprendizado divertido, interessante.  “Com a técnica da pesquisa os alunos começam a ter o senso crítico. A mudança pudemos ver nas próprias salas de aula. As faltas diminuíram, eles cobram mais conteúdo do professor. Enfim, querem aulas diferenciadas. Eles realmente aprendem executando”, afirma a professora.</div><div><br></div><div>Para o técnico da Seduc, Kilwangy Kya Kapitango-a-Samba,  coordenador do evento, os trabalhos estão em níveis surpreendentes. Ele reforça que por meio da pesquisa o aluno sai do sistema de acomodação, do quadro, giz, livro e aluno sentado e passa a construir seu conhecimento. “A pesquisa é um processo muito importante, o aluno sai do sistema físico, só de ouvir e vai para o sistema aberto, o de aprendizagem. É neste contexto que a Feira vem, para impulsionar a pesquisa na escola pois já está evidenciado que com a pesquisa o aluno aprende muito mais”, conclui Kapitango.</div><div>Lembrando que dos trabalhos apresentados na FCE,  doze deles receberão bolsas de iniciação científica  pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq.<br><br><span class="ms-rteFontSize-1">Fotos: Secom</span><br></div><div><br></div>Feira traz práticas desenvolvidas nos laboratórios

 

 

OLP conclui seleção de 152 alunos para às finaishttp://www.seduc.mt.gov.br/Paginas/OLP conclui seleção de 152 alunos para às finais.aspxOLP conclui seleção de 152 alunos para às finais<p>​</p><p>A edição de 2014 da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro concluiu nesta quinta-feira, 20, em Brasília, a seleção dos 152 estudantes finalistas. Eles representam as cinco regiões do país e são os vencedores entre 5,1 milhões de alunos que cursam do quinto ao nono ano do ensino fundamental e os três anos do ensino médio. Todos participaram da competição desde a etapa inicial, em 46.902 escolas públicas.<br><br>Na quarta edição da olimpíada, os trabalhos abordaram os gêneros literários opinião, crônica, poema e memórias literárias. Em todas as categorias, os estudantes escreveram sobre um tema único, O Lugar Onde Vivo. A seleção dos 20 competidores que serão premiados caberá a uma comissão nacional, que vai se reunir de segunda-feira, 24, até o dia 28 próximo, em Brasília, que também receberá a solenidade de premiação, em 1º de dezembro.<br><br>Opinião — São Paulo, com cinco estudantes, Minas Gerais (quatro) e Ceará (quatro) são os estados com o maior número de finalistas no gênero artigo de opinião. A etapa semifinal, em Brasília, iniciada na segunda-feira, 17, foi encerrada nesta quinta-feira, 20. Concorrem nessa categoria alunos do segundo e do terceiro anos do ensino médio público. Os finalistas são de 17 estados e representam as cinco regiões do país.<br>Nos quatro dias de atividades da semifinal regional, os 125 alunos e seus professores participaram de oficinas de elaboração de textos e ouviram palestra do professor Luiz Percival Leme Britto, da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) — As Razões de Dizer: o que Faz de uma Opinião Mais que uma Simples Opinião?<br><br>Dos 38 finalistas do gênero opinião, o Nordeste concorre com 12, do Ceará, Rio Grande do Norte, Alagoas, Bahia e Pernambuco. O Sudeste, com 11, de São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo. O Sul, com seis, do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O Centro-Oeste, com cinco, de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. O Norte, com quatro, do Acre, Amazonas e Pará.<br><br>Crônica — Predominam, entre os finalistas da categoria crônica, estudantes de pequenas e médias cidades do interior do país. São 30 alunos entre os 38 selecionados na oficina regional, realizada em Porto Alegre entre os dias 10 e 13 últimos. A cidade de Olho-d’Água do Borges (RN), por exemplo, está representada pela estudante Suellém Vitória Santos de Oliveira. O município, de 4.380 habitantes, fica a 321 quilômetros de Natal. Santa Maria do Oeste (PR), distante 360 quilômetros de Curitiba, tem como finalista Fabiane Pereira Ianse. O município tem 11.497 habitantes.<br><br>As capitais concorrem com oito estudantes — três de Fortaleza, dois de Manaus, dois de Brasília e um de Recife. No conjunto, a categoria crônica reúne finalistas de 21 estados e do Distrito Federal. Os estados com maior número de concorrentes são Ceará e São Paulo, com quatro alunos cada um, além de Pernambuco, Minas Gerais e Paraná, com três, cada um.<br><br>Quanto às regiões, há 13 finalistas do Nordeste, nove do Sudeste, seis do Sul, cinco do Centro-Oeste e cinco do Norte.<br><br>Durante a oficina, professores e alunos ouviram a palestra Balas de Estalo na Escola: a Importância da Voz do Jovem para a Crônica de Qualidade, proferida pela professora Luciene Simões, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UGRGS).<br><br>Memórias — São Paulo e Minas Gerais são os estados com o maior número de estudantes selecionados para a etapa final na categoria memórias literárias. A seleção foi feita em Maceió, de 3 a 6 deste mês. No conjunto, os 38 alunos do sétimo e oitavo anos do ensino fundamental representam 22 estados. O Nordeste é representado por 11 alunos; o Sudeste, dez; o Sul, sete; o Norte, cinco; o Centro-Oeste, também cinco.<br><br>Além das atividades das oficinas e visita cultural, estudantes e professores ouviram a professora Cristiane Mori, da PUC-SP, que abordou o tema Memórias Literárias: Trama de Vozes e de Tempos.<br><br>Poema — Na categoria poema, 38 estudantes e seus professores representam 18 estados. A semifinal ocorreu em Belo Horizonte, de 28 a 31 de outubro último. Nos quatro dias, os concorrentes participaram de atividades como oficinas de leitura prática e reescrita de textos, relatos de práticas e atividades culturais.<br><br>Durante o evento ouviram a palestra do professor Emílio Davi Sampaio, da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, com o tema Entre Caminhos e Versos... quem Será o Poeta? Aos estudantes, o professor garantiu ter lido os 125 poemas sobre O Lugar Onde Vivo. “Senti o cheiro do Amazonas, vi o cordel do Nordeste, a crítica do Centro-Oeste e do Sudeste”, disse.<br><br>Os finalistas, alunos do quinto e sexto ano do ensino fundamental, representam todas as regiões. O Nordeste, com 11, tem o maior número de alunos. São dois da Paraíba, quatro do Piauí, dois de Pernambuco, dois de Alagoas e um do Ceará. O Sudeste participa com quatro estudantes de Minas Gerais, quatro de São Paulo e dois do Rio de Janeiro. O Sul tem quatro de Santa Catarina, dois do Paraná e um do Rio Grande do Sul. A região Norte tem dois do Amazonas, um do Acre, um de Roraima e um de Tocantins. O Centro-Oeste, três de Goiás, um de Mato Grosso e um de Mato Grosso do Sul.<br><br>A relação dos <a href="https://www.escrevendoofuturo.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1842:veja-quem-ja-esta-na-final-da-olimpiada&catid=6:noticias&Itemid=13">152 finalistas </a>está na página da <a href="https://www.escrevendoofuturo.org.br/">Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro</a> na internet. A relação traz o nome do aluno, professor, escola, cidade e estado. Cada gênero concorre com 38 estudantes.<br></p>2014-11-21T03:00:00.0000000Z
Domingo começa o SemiEdu 2014http://www.seduc.mt.gov.br/Paginas/Domingo-começa-o-SemiEdu-2014.aspxDomingo começa o SemiEdu 2014<p>​</p><p>Começa, no domingo (23), o Seminário de Educação (SemiEdu) 2014. A cerimônia de abertura será às 20h, no Hotel Fazenda Mato Grosso, e logo após haverá a conferência do professor Walter Kohan, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que abordará o tema “Viagens pela escola: escritas e leituras inventadas”. Participantes sem submissão ainda podem realizar as inscrições até o primeiro dia do evento. Para acessar os valores <a href="http://sistemas.ufmt.br/ufmt.evento/Site.aspx?conteudoUID=100&eventoUID=59">clique aqui. </a></p><p><br>Nesta edição, O SemiEdu 2014 elegeu como tema, “Educação e seus modos de ler-escrever em meio à vida”, mesmo título de um projeto que se encerra depois de quatro anos. O projeto, financiado pelo edital Observatório da Educação, Capes/Finep, é coordenado pela professora Sandra Mara Corazza, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e, além de Porto Alegre e Cuiabá, tem a participação da Federal de Pelotas (UFPel) e da Unioeste – Toledo. O projeto pretende produzir, em nível de mestrado e de doutorado, estudos relacionados ao conceito de aprendizagem, de letramento e de escrileitura. Também deseja investigar as relações entre modalidades de pensar e modalidades do aprender, assim como quer constituir espaços de pesquisa e de intervenção nos modos de ler e de escrever, contribuindo na formação de recursos humanos em educação. </p><p><br>Nos quatro dias do Seminário, serão realizas palestras, oficinas, mesas-redondas, conferências, minicursos, entre outras atividades. Estarão presentes professores de universidades de todo o país, como a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade de Brasília (UnB), Universidade Federal Fluminense (UFF), entre outras instituições.. Serão 23 Grupos de Trabalho este ano, entre eles, Educação e Comunicação, Educação Infantil, Educação em Ciências, Educação no Campo. Para conferir a programação completa <a href="http://sistemas.ufmt.br/ufmt.evento/Site.aspx?conteudoUID=103&eventoUID=59">clique aqui</a>.<br>Para mais informações acesse a <a href="http://sistemas.ufmt.br/ufmt.evento/Site.aspx?eventoUID=59">página do evento</a> ou no <a href="https://www.facebook.com/semiedu2014">Facebook</a>.<br><br></p>2014-11-19T03:00:00.0000000Z
Educador de Mato Grosso recebe prêmio Darcy Ribeiro de Educaçãohttp://www.seduc.mt.gov.br/Paginas/Educador-de-Mato-Grosso-recebe-prêmio-Darcy-Ribeir.aspxEducador de Mato Grosso recebe prêmio Darcy Ribeiro de Educação<p>​<img src="/PublishingImages/10169286_10204484189319987_6959907043980824746_n.jpg" alt="" style="margin:5px;width:470px;" /> </p><p>As políticas de Educação desenvolvidas no Estado de Mato Grosso receberam ontem (18.11) mais um reconhecimento nacional. A Comissão de Educação e a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados entregaram ao educador Carlos Augusto Abicalil o prêmio Darcy Ribeiro de Educação. Abicalil que tem uma história de luta na Educação de Mato Grosso é professor, líder sindical e ex-deputado. Tendo contribuindo significativamente com as conquistas educacionais implementadas hoje no Estado e no pais (LC 049 que dispõe Sistema de Ensino MT; Plano de Cargos e Carreira e Salários; e nacionalmente a Lei do Piso e o PNE).</p><p>"O recebimento do Prêmio Darcy Ribeiro é a certeza de que os profissionais da educação de Mato Grosso contará muito mais com a dedicação e o compromisso do professor Carlos Abicalil na luta por uma educação pública, gratuita e com qualidade social", destacou a assessora especial da Seduc presente no evento, Silbene Santana. Na ocasião, a Seduc prestou uma homenagem ao educador entregando a ele um cartaz com as relevantes passagens dele pela Educação</p><p>​A entrega do prêmio, na Câmara Federal, contou com a presença do secretário interino de Educação do Estado, Edilson Pedro Spenthof; a técnica do órgão Maria Antonia Martins. A premiação foi prestigiada ainda por representantes da Educação de Mato Grosso, entre eles educadores e membros do Sindicato dos Trabalhadores da Educação Pública do Estado (Sintep-MT). </p><p>O Prêmio Darcy Ribeiro é entregue anualmente em reconhecimento a três pessoas ou entidades que se destacaram na defesa e na promoção da educação no Brasil. A comenda a Abicalil foi indicada pelo deputado Ságuas Moraes (PT-MT). O professor Carlos Abicalil é ex-deputado federal, graduado em Filosofia, História e Sociologia, pós-graduado em História Contemporânea e mestre em Educação e Gestão Políticas pela Universidade de Brasília (UnB). Tem profunda contribuição com o movimento sindical no Estado, do qual foi presidente do Sintep-MT e integrante do quadro do CNTE. Abicalil é referência na área educacional e social brasileira.  </p><p>Como parlamentar integrou também o Comitê Executivo Mundial da "Internacional da Educação", e ainda foi presidente da Comissão de Educação e Cultura em 2005.<br> Também receberam a comenda a professora Eliza Flora Muniz, indicada pelo deputado Pedro Fernandes (PTB-MA); e o professor Luis Antônio Marcuschi, indicado pelo deputado Paulo Rubem Santiago (PDT-PE). O Prêmio é um reconhecimento a contribuição para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados considera critérios de originalidade, abrangência, caráter exemplar e inovação das ações educativas desenvolvidas. (com informações Camara Federal)</p><br>2014-11-19T03:00:00.0000000Z

  
  
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